Educação
De repente, os carpidores são interrompidos
por um homem que avança para a frente fazendo muitos gestos, e dizendo:
“Deixem-no por minha conta. Eu posso fazê-lo
viver novamente”.
A procissão para imediatamente e os que
carregam o corpo, visivelmente surpresos, contemplam o personagem que está
forçando caminho através da multidão. Aproximando-se do esquife, explica: “Este
homem precisa somente de educação.” E através dos seus livros de ciência e
filosofia, tenta instruir o morto no esquife aos seus pés.
Mas em vão espera por um sinal de que a vida
esta voltando. Não há resposta. A educação falhou. Ele se esquece que o
nascimento e a vida precedem a educação, de que o homem tem de estar vivo para
que possa ser educado.
Serviço
Social
Então aproxima-se um outro declarando que
possui o segredo da vida, e proclama: “Este homem necessita apenas de um
ambiente melhor. Como podeis esperar influenciá-lo em circunstancias tão anti -
higiênicas?” e aponta para a sujeira e detritos no chão. Então põe mãos a obra;
limpa o local, arranja belas flores artisticamente ao redor do caixão. Mas em
vão procura um lampejo de vida no moço. Ele ainda é um cadáver. O serviço
social também fracassou.
Reformas
De repente aparece um terceiro, e, empurrando
os outros dois para os lados, insiste que pode alcançar sucesso. E começa:
“Moço, ponha na sua mente que vai viver.
Ponha em ação o poder da vontade. Lute. Se você apenas quiser, poderá
levantar-se.” E continua a apelar para o moço: “Vamos moço”, e agora visa as
suas afeições – “reforme-se, reforme-se: Veja a sua pobre mãe triste. Por amor
dela, volte a vida”. Mas não há resposta
e o homem afinal começa a desesperar-se. Então exclama, querendo entregar ao
defunto um cartão: “Assine este compromisso: “Prometo que jamais morrerei
novamente, se Deus me ajudar”. Mas o moço está morto, morto e morto! e a
reforma falhou.
Religião
Vem uma pausa. Ninguém se move por alguns
momentos. Entretanto, afinal,
um famoso rabino caminha vagarosamente na
direção da esquife, e diz: “Meus amigos, não sabeis do que precisa um homem?
Religião! Através do conhecimento dos cinco livros de Moisés e do Talmude ele
reviverá” Assenta-se ao lado do caixão e declara: “Revelarei ao moço os 613
preceitos da Lei, pois ele se ele os guardar fielmente, ele viverá outra vez”.
Mas um dos expectadores pergunta: “Como pode
um cadáver observá-los visto que não pode nem mesmo ouvir as suas palavras?”
“Ah, meu filho,” exclama o rabino surpreso,
“eu não havia pensado nisso”. E foi embora triste, pois, também a religião tem
falhado.
Vida
Então aproxima, através da multidão, a figura
de UM que se movimenta, com comportamento e confiança perfeitos, na direção da
cena do fracasso. Um silêncio repentino cai sobre a multidão enquanto Ele para,
por um momento, em pé ao lado do esquife.
“Fracassará este UM também? Conhece Ele os
segredos da vida e da morte?”
Então ele começa a falar. A sua voz é calma,
mas cheia de autoridade. “Moço, eu te digo: levanta-te:”
O povo ansioso aproxima-se para ver o que
acontecerá. “Quem é este? Eu te digo! Eu. Que poder está atrás desse Eu? Que
tipo de homem e este?”
Mas as suas perguntas são de repente
respondidas. As pálpebras tremem, o rosto enrubesce; outra vez o coração bate
com vigor e o moço ergue-se nos seus pés.
Que aconteceu? Jesus deu vida. O homem estava
morto e era de vida que ele precisava em primeiro lugar e principalmente. O
Filho de Deus sabia disso e lha deu. “Eu vim para que tenham vida,” João 10.10.
O mesmo acontece com você, meu amigo. Você
está morto, “morto nos seus delitos e pecados” (Efésios 2.1), e aquilo de que
mais necessita é vida, vida eterna. Esta é a grande coisa essencial.
Nem a educação, nem o serviço social, nem as
reformas e nem mesmo a religião podem restaurar a vida. Somente a vida gera
vida, e só Cristo, o Cristo vivo, o Filho de Deus, em quem está a vida, tem o
poder de dá-la aos outros.
Portanto, se você quiser viver, você tem de
aceitar a Cristo, pois, “quem tem o Filho tem a vida,” 1 João 5.12. Quer
aceitá-LO? Faça-o e faça-o AGORA!
Este folheto foi escrito pelo pastor, missionário e escritor canadense Oswald Smith, a passagem foi retirada do livro Vem Cear O Mestre Chama, editora O. S. Boyer, 1963.
Este folheto foi escrito pelo pastor, missionário e escritor canadense Oswald Smith, a passagem foi retirada do livro Vem Cear O Mestre Chama, editora O. S. Boyer, 1963.
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